terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Piquet e Mansell fazem o duelo final no quarto episódio do Fusion Grand Prix



A série Fusion Grand Prix, criada pela Ford para o pré-lançamento do Novo Fusion, já superou 1,6 milhão de visualizações em três semanas de exibição. No quarto e último episódio, “A corrida”, colocado no ar hoje, os campeões Nelson Piquet e Nigel Mansell vão para o duelo final, acelerando todos os 240 cv do novo sedã de luxo da Ford. O resultado pode ser visto aqui: www.ford.com.br/fusiongp.

O sucesso da série vem da combinação de vários ingredientes. Um deles é a decantada rivalidade dos pilotos, que viveram disputas históricas na Fórmula 1. Mesmo depois de 25 anos, nenhum dos dois aceita a ideia de ver o oponente chegar na frente. A disposição de “não tirar o pé” nem poupar o equipamento ficou clara durante o pega, que teve duas batidas fortes dos carros, sem contar outros “esbarrões”.

Outro ponto é a qualidade do Novo Fusion, que impressiona pelo visual sofisticado, direção empolgante e desempenho do motor turbo 2.0 EcoBoost. Os dois pilotos elogiaram o carro espontaneamente durante as gravações, que deixaram a conversa fluir naturalmente, sem nenhum roteiro estabelecido.

“A proposta da série Fusion Grand Prix foi juntar duas lendas do automobilismo para apresentar um carro que também chegou para fazer história. Vem daí o seu nome, ‘A new legend is born’ (nasce uma nova lenda)”, diz Mauricio Greco, gerente de Comunicação de Marketing da Ford.

Chama a atenção também a qualidade da produção, que deu um tratamento de cinema às imagens e consegue extrair toda a emoção do encontro. Os três primeiros episódios serviram como preparação para o confronto final. O primeiro recuperou imagens dos pilotos na Fórmula 1. No segundo, eles conheceram o carro nos boxes. No terceiro, fizeram testes e tomada de tempo na pista.

Batidas e provocações

Depois da bandeirada final, os pilotos conversam sobre suas vitórias na Fórmula 1, misturando momentos de emoção com a habitual dose de ironia. “Tenho apenas memórias fantásticas daquele tempo”, diz Mansell. “Nelson ficou muito satisfeito quando eu o venci em 1987. Acho que ele ficou uns 20 anos sem falar comigo.”

Piquet recorda a pressão da época nos bastidores. “Meu maior desafio era ganhar o campeonato do mundo em um time inglês, com outro piloto inglês. A equipe estava sugando tudo o que eu tinha de experiência, mas com a vontade que ele ganhasse. Assim, eu fazia tudo para desestabilizar ele, moralmente, emocionalmente”, conta.

O piloto brasileiro, tricampeão mundial, mantém o mesmo tom ao comentar a corrida com o Novo Fusion. “Não fui eu que comecei a bater. Ele começou a bater e eu falei, quem bate, eu bato bem, também. Aprendi a fazer isso toda a minha vida.”

“Seu babaca, oh, desculpe”, termina Mansell, recuperando a fleuma perdida por uns instantes, depois de ser jogado fora da pista na reta final, em uma batida que lhe custou a vitória no duelo. Em compensação, o inglês juntou ao seu currículo a conquista da volta mais rápida.

Fonte: Imprensa Ford



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